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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

NIKOLA TESLA E A ARMA MAIS PODEROSA DO MUNDO



A história de Nikola Tesla, um dos maiores cientistas de todos os tempos, me fascina, devido ao seu sonho de fornecer energia elétrica gratuita para o mundo, assim como por seu gênio inigualável.

Nesse post vou falar sobre um mistério que ronda esse grande cientista, o Raio da Morte.

No dia 9 de Julho de 1856, exatamente a meia noite, na cidade de Smiljan, na Croácia, nascia um dos maiores cientistas  de todos os tempos, Nikola Tesla.
Interessante era seu comportamento. Ele fazia com que qualquer atitude repetitiva que ele fizesse em seu dia a dia (como os seus passos, por exemplo), fosse divisível por três, e continuaria repetindo-as até que chegasse em um total aceitável.  Tesla possuia o sonho de distribuir energia elétrica usando uma rede sem fio, sendo possível assim a energia chegar aos lares do mundo  a um custo muito baixo ou mesmo de graça.

Seu grande salto mental foi duas bobinas, posicionadas em ângulo reto e alimentadas com uma corrente  lternada com noventa graus de fase entre si poderiam fazer um campo magnético girar, sem a necessidade do comutador utilizado em motores de corrente contínua. Tesla sabia que isto iria funcionar. Construir o aparato em sua mente e fazê-lo funcionar já lhe dava prova suficiente.

Tesla, agora, possuía a resposta, mas o problema em colocá-la em prática permanecia. Em 1882, ele  rrumou um emprego na Companhia Continental Edison em Paris, distinguindo-se como um bom engenheiro. Dois anos mais tarde, viajou à Nova York para conhecer o presidente da companhia: o próprio Thomas Edison.

Já nos EUA, em 1891, Tesla desenvolveu a invenção pela qual seu nome é mais conhecido hoje: A bobina Tesla. Simples o bastante para qualquer interessado construir, e totalmente funcional em modelos caseiros, ela era uma inovação impressionante, que foi a base para o rádio, televisão, e meios modernos de  comunicação sem fio. A transmissão sem fio de energia elétrica tornaria-se a maior pesquisa de sua carreira.
O que se sabe é que Tesla teria conseguido descobrir mecanismo de transmissão de energia elétrica sem fio, e com isso ele conseguiria distribuir energia elétrica de graça no mundo, porém como os custos eram altos ele abandonou o projeto. Ele perdeu todo o patrocínio que tinha, assim como sua indústria.

O Raio da Morte

A noção de Tesla utilizando seu gênio para propósitos bélicos é imensamente assustadora. Afinal, este é o homem que se vangloriava do fato que seu gerador ressonante poderia dividir a Terra ao meio, e ninguém até hoje soube ao certo se ele estava brincando.

Quase falido e observando os Estados Unidos à beira da guerra, Tesla sonhou com uma invenção que pudesse interessar os militares: o raio da morte.

O mecanismo por detrás do raio da morte não é bem compreendido até hoje. Ele era aparentemente uma espécie de acelerador de partículas. Tesla disse que ele era uma melhoria de seu transformador amplificador, que concentrava energia em um fino raio tão concentrado que ele não se dispersaria mesmo a grandes distâncias. Ele o promoveu como uma arma puramente defensiva, com a intenção de impedir ataques, fazendo de seu raio da morte o tataravô da defesa estratégica.

Não se sabe ao certo se Tesla usou seu raio da morte, ou se ele sequer chegou a construí-lo. Mas o seguinte é a história geralmente relatada do que aconteceu em uma noite em 1908, quando Tesla testou sua arma.

NIKOLA TESLA E A ARMA MAIS PODEROSA DO MUNDO
Tesla ligou o equipamento. De início, era difícil dizer que ele estava funcionando. Sua extremidade emitiu uma luz pálida, dificilmente notável. Então, uma coruja voou de seu ninho no topo da torre, na direção do raio, e foi desintegrada instantaneamente.


Isso concluiu o teste. Tesla observou os jornais e enviou telegramas para Peary na esperança de confirmar a efetividade do raio da morte. Nada apareceu. Tesla estava pronto para admitir derrota quando recebeu notícias de um estranho evento ocorrido na Sibéria.

Em 30 de junho, uma enorme explosão havia devastado Tunguska, uma área remota na floresta da Sibéria. Quinhentos mil acres quadrados de terra foram instantaneamente destruídos, o equivalente a quinze megatons de TNT. O incidente de Tunguska é a mais poderosa explosão ocorrida na história, nem mesmo subseqüente explosões termonucleares ultrapassaram sua força. A explosão foi audível a 930 quilômetros de distância, aproximadamente. Os cientistas crêem que ela foi causada por um meteorito ou fragmento de um cometa, embora nenhum impacto evidente ou restos minerais de tal objeto jamais tenham sido encontrados.

Nikola Tesla tinha uma explicação diferente. Era claro para ele que seu raio da morte tinha ultrapassado seu alvo calculado e atingido Tunguska. Ele ficou extremamente grato que a explosão, miraculosamente, não matou ninguém. Tesla desmontou o raio da morte imediatamente, crendo-o muito perigoso para continuar existindo.
Em 7 de janeiro de 1943, Nikola Tesla morreu em Nova York aos 87 anos. Ele estava literalmente quebrado, vivendo no hotel Nova York, em uma sala que dividia com um bando de pássaros, quem ele considerava seus únicos amigos. Esse grande cientista foi condenado ao quase esquecimento, pois muito pouco é falado sobre ele.

Após sua morte um sobrinho foi até os EUA para reivindicar seus pertences, porém as autoridades americanas o impediram. Depois de algum tempo esse sobrinho pode enfim pegar as coisas de Tesla e retornar a Europa, porém muitos papéis e anotações estavam faltando. Muito provavelmente os escritos sobre o raio da morte ficou com o governo dos EUA, porém o que dizem é que as anotações são tão complexas que nenhum cientista conseguiu decifrá-las para a construção da arma.


Fonte: http://radeisis.blogspot.com.br

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Energia mais barata beneficia indústria de alumínio


A redução de até 28% da tarifa de energia elétrica para o setor industrial deve reduzir os custos fixos de produção do setor em até 4%, segundo estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na média, contudo, a queda deve ficar em torno de 0,8%, de acordo com cálculos da confederação com base na Pesquisa Industrial Anual (PIA) de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelas contas da CNI, as despesas com energia representam 3,9% do custo fixo para a indústria e cerca de 85% do consumo industrial é de energia elétrica.
A indústria elogiou ontem (11) o pacote do governo que reduziu o custo da energia elétrica. Apesar dos elogios, os representantes ponderaram que o impacto direto de até 28% de queda é restrito a um grupo pequeno de empresas e, mesmo com a redução, o custo do insumo no país ainda é elevado.
 
A tarifa média de energia elétrica paga pela indústria brasileira deverá cair de R$ 329 para R$ 264 por megawatt-hora, segundo cálculos preliminares da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Em um ranking de 27 países, no qual o último tem a tarifa mais cara, com a redução o Brasil ganha quatro posições e passa da 24ª para a 20ª posição da lista. Deixa para trás Chile, México, El Salvador e Cingapura. Para o presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, a redução das tarifas anunciada pelo governo pode ser classificada como "um avanço gigantesco" e recupera a competitividade de setores eletrointensivos, como o de alumínio.
 
Segundo a CNI, do custo médio total da tarifa de energia elétrica, cerca de 45% são referentes a encargos, taxas e tributos. O Brasil, de acordo com a confederação, paga 143% a mais pela energia do que os outros países que compõem o grupo dos Brics (Rússia, Índia e China e África do Sul). Nas contas da Firjan, a diferença é menor em relação aos Brics - 90%.
 
O diretor do Departamento de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Cavalcanti, disse que apenas 1,8% das indústrias do país serão contempladas com a queda de até 28% no preço da conta de luz, a redução máxima anunciada ontem pelo governo. Segundo Cavalcanti, as demais 98,2% de empresas terão um benefício bem inferior, ficando com os 19% de redução anunciados pelo governo. "Os maiores beneficiados serão, especificamente, os empresários da indústria eletrointensiva."
 
Apesar da pequena participação no setor industrial, o segmento mencionado pelo diretor da Fiesp consome, sozinho, 57% de toda a energia industrial do país. Trata-se de empresas dos setores de alumínio, cimento e siderurgia, entre outros. Mesmo com a concentração dos maiores benefícios nessa categoria da indústria, a Fiesp comemorou os resultados. "A queda média do preço da energia será de 20,2%. Não temos como negar que isso é uma revolução no setor. Nunca houve uma queda de energia na história como essa", comentou Cavalcanti.
 
Gouvêa Vieira, da Firjan, elogiou bastante a iniciativa do governo de diminuir o preço da energia no Brasil, mas destacou a importância de avançar no assunto. Um dos próximos passos, segundo ele, pode ser a queda das alíquotas de ICMS pelos governos estaduais.
 
Para o presidente da Alcoa no Brasil, Franklin Feder, a redução de até 28% no preço da energia elétrica aproxima o custo desse insumo na indústria brasileira de alumínio da média internacional, de US$ 35 por megawatt-hora (MWh), segundo ele. "Aqui, chegamos a pagar US$ 82 por MWh, no pico", afirmou. Mas, ainda assim, o valor deve seguir acima do de concorrentes, disse.
 
Com a recente desvalorização do real, a tarifa baixou para um nível próximo de US$ 60 MWh. Por isso, a expectativa da Alcoa é que o alívio nas contas de luz aproxime o Brasil da média global. Mesmo assim, conforme acrescentou Feder, países do Oriente Médio oferecem energia elétrica abaixo de US$ 20 MWh. O executivo lembrou que a indústria de alumínio está com estoques elevados em termos globais, o que tende a desestimular novos investimentos em ampliação de capacidade.
 
A diretora-executiva de Sustentabilidade e Energia da Vale, Vania Somavilla, que a redução do custo da energia vai beneficiar não só as empresas: "É um benefício sistêmico", frisou. Para ela, a medida aumenta a competividade e ajuda na geração de renda e empregos, além de expandir novos negócios. Ela ressaltou que o elevado custo da energia elétrica é um dos limitadores do investimento.
 
Também o presidente da Bayer no Brasil, Theo Van Der Loo, considerou a medida positiva. Mas, segundo ele, o governo necessita anunciar pacotes de incentivos visando o longo prazo. Para ele, os custos da indústria com gás natural e logística ainda são elevados. "As iniciativas tomadas pelo governo ajudam a tornar as indústrias mais competitivas", disse.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Combustível é produzido a partir de reação entre alumínio e água


O alumínio é conhecido por sua alta densidade energética, duas vezes e meia maior do que a gasolina. Tais propriedades já motivaram diversos estudos para gerar energia em grande escala com o elemento químico. O grande desafio técnico na utilização de alumínio como um portador de energia é a de que a oxidação do alumínio cria uma camada de óxido de alumínio na superfície, inibindo assim a reação posterior. 
Uma empresa criada em Israel este ano, a Alchemy Research, apresentou a tecnologia "Alydro" a partir de um metódo chamado ISR (Inverted  Surface Reaction) que utiliza o alumínio bruto, sem liga. O alumínio na forma metálica contém 8,6 kWh de energia por kg. O sistema Alydro extrai esta energia por oxidação do alumínio e essa energia armazenada é o combustível. O material fica em estado sólido e facilita estocagem e transporte, também é inerte - protegido por uma fina camada superficial de óxido de alumínio, que se forma em contato com o ar, o alumínio pode reter a energia armazenada na sua forma metálica durante décadas.
 
O sistema Alydro gera energia sob a forma de hidrogênio e calor. O sistema resulta em óxido de alumínio, que os desenvolvedores afirmam ser totalmente reciclável. Os campos em que a nova tecnologia poderia ser utilizada são: veículos elétricos híbridos, armazenamento de energia e geração de energia limpa. 
 
Na reação, o alumínio é derretido e a água é injetada no alumínio fundido sob a forma de vapor. A reação acontece a temperaturas elevadas de até 900°C. Fora do reator Alydro, mesmo se os reagentes são unidos, nenhum fenômeno acontece. Este fato, segundo os desenvolvedores, garante com que o combustível de alumínio seja 100% seguro.
 
No reator, um quilo de alumínio reage com um quilo de água para gerar 112 gramas de hidrogênio. A reação Alydro é altamente exotérmica - 49,4% da energia produzida pela Alydro é liberada na forma de calor, e o restante sob a forma de hidrogênio.
 
De acordo com os pesquisadores, com um tanque de combústivel, o motorista poderá rodar por até dois mil quilômetros. Agora os pesquisadores da Alchemy Research  aguardam por incentivos da indústria automobilística e de energia renovável para seguir com os estudos e comprovarem a eficiência do novo combustível.